O espirito, semi-liberto pelo sono, recebe impressões: vê, ouve, fala, age, move-se, usando de facilidades, tais como: maior visão , maior percepção mental, maior compreenção; por vezes, maior lembrança do passado, maior mobilidade; possibilidade de encontros com espítos que conheçeu em encarnações anteriore; assiste as cenas que se desenrolam em esferas espirituais pròximas a terra; vai a lugares aos quais só pode ter acesso como espírito; e executa tarefas de seu interesse.
Para sonharmos lembrarmos de qualquer fato que presenciamos no plano espiritual é necessário que tal fato nos tenha impressionado fortemente a fim de que noso espirito possa conserva-lo na mente, ainda quando envolto na matéria.
Segundo o próprio Alan Kardec escreveu, os espíritos podem aparecer em nossos sonhos para nos dar avisos e instruções. “Sonhos: segundo a doutrina espírita, durante o sono, quando o corpo está repousando, em completo relaxamento, a alma fica livre e mais suscetível de entrar em contato com os desencarnados. Por meio dos sonhos, os espíritos amigos aproveitam a oportunidade para entrar em comunicação: dão conselhos, avisos e chegam até a fazer tratamento de saúde. Nos sonhos, os espíritos geralmente se utilizam de uma simbologia na comunicação com os encarnados, com a precípua finalidade de não nos afligir com suas revelações. Precisamos aceitar suas mensagens com respeito e credibilidade, pois eles não vêm nos prevenir sem uma razão muito forte”
Essas mensagens ou sugestões poderiam ser “sopradas” aos encarnados, que as receberiam sob forma de inspiração ou idéia; mas nem sempre eles captam tais intenções, a não ser que sejam médiuns bem desenvolvidos. Daí a necessidade de utilizar-se o momento em que o corpo está descansando e o espírito está em desdobramento para essa finalidade, pois assim o intento será mais eficiente. O risco que se corre é do encarnado não se lembrar do sonho. Dessa forma, muitas vezes, os espíritos evoluídos energizam certas glândulas para que o esquecimento não ocorra.
http://www.espirito.org.br/portal/publicacoes/esp-ciencia/005/comunicacao.html


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